Esquerdista que apoiar Maduro em caso de guerra contra o Brasil pode ser condenado a morte por fuzilamento

A Constituição Federal brasileira ainda prevê pena de morte em caso de crimes cometidos em tempos de guerra.

A crise na fronteira do Brasil com a Venezuela movimentou as forças militares dos dois países. Na tarde dessa quinta feira(21), o ditador venezuelano decidiu bloquear as estardas para evitar que sua população receba ajuda humanitária. Um confronto na Venezuela entre militares e indígenas a favor da entrada de ajuda humanitária deixou ao menos dois mortos, nesta sexta (22)

Ainda nesta sexta um site especializado em informações militares do Brasil o DefesaNet informou que misseis russos estariam posicionados próximos a fronteira. Especialistas afirmam que o posicionamento do sistema de mísseis S-300 pelo ditador Maduro na fronteira com o Brasil, na prática, cria uma zona de exclusão aérea que vai até Manaus, portanto, pode – e deve – ser enquadrado pelo Brasil como agressão estrangeira.

Petistas apoiam Maduro

Logo apos a divulgação destas informações, siglas da esquerda brasileira como PT, PSB, MST e CUT lançaram um “manifesto em solidariedade ao governo venezuelano”.

No entanto, eles não pararam para pensar no risco que estão correndo ao assumir o papel de traidores da pátria. Pois o inciso 47 do artigo 5º da Constituição, diz que “não haverá penas de morte, salvo em caso de guerra declarada”. Os crimes que podem levar a essa punição estão descritos no Código Penal Militar, de 1969. Ele prevê ainda que a pena deve ser executada por fuzilamento.

Sendo assim, brasileiros são passíveis de pena de morte, em tempos de guerra, se cometerem crimes como traição (pegar em armas contra o Brasil, auxiliar o inimigo), covardia (causar a debandada da tropa por temor, fugir na presença do inimigo), rebelarem-se ou incitar a desobediência contra a hierarquia militar, desertar ou abandonar o posto na frente do inimigo, praticar genocídio e praticar crime de roubo ou de extorsão em zona de operações militares, entre outros.

Ou seja, aqueles que escolherem apoiar o governo ditatorial de Maduro estarão sujeitos ao “Paredão”

 

 

News Reporter

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