Por privilégios, servidores querem barrar Previdência na CCJ

Ponto que mais incomoda é alíquota progressiva que diminui contribuição dos que recebem menos.

A alta classe do funcionalismo público já faz pressão para atacar a reforma da Previdência ainda na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Eles pretendem alegar ilegalidade no aumento nas alíquotas de contribuição daqueles que recebem salários enormes e nas alterações nas regras para quem entrou no serviço público antes de 2003.

A votação do texto da reforma está previsto para ser votado no dia 17 de março na CCJ, que analisa a constitucionalidade da proposta. Se aprovada na CCJ a proposta será encaminhada para uma comissão especial em que deputados analisarão a proposta.

Os servidores preparam um questionamento massivo da constitucionalidade de alguns pontos da reforma. Associações que juntas totalizam mais de 200 mil servidores públicos, preparam uma série de questionamentos a pontos da reforma.

Eles também já preparam mais de 25 emendas para serem apresentadas a deputados e senadores, e não descartam medidas judiciais para atacar o texto da reforma.

O ponto que gera maior revolta na classe é a alíquota progressiva entre os servidores, isto é, o texto da reforma faz com que os trabalhadores que recebam menos paguem menos, e os que recebem mais contribuam com mais.

A alíquota dos servidores seria aumentada para 22% àqueles que recebem mais de R$ 39 mil. Segundo levantamento do jornal O Estado de S. Paulo, a alíquota máxima atingiria somente 1.142, o que representa 0,08% dos 1,4 milhões de servidores.

*Com Informações da InfoMoney.

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