Zé de Abreu tem que devolver R$ 300 mil aos cofres públicos por supostas notas falsas a lei Rouanet

Zé de Abreu tem um polêmico passado envolvendo a Lei Rouanet.

Em 2016, o Ministério da Cultura solicitou que José de Abreu devolvesse o dinheiro usado na turnê do espetáculo ‘Fala, Zé’ pelo Sudeste. A entidade entendeu que houve irregularidades da parte da organização do espetáculo e, como mostra uma reportagem da rádio CBN da época, Abreu teve que devolver cerca de R$ 300 mil aos cofres públicos.

O valor foi captado pelo ator e por sua ex-mulher Camilla Paola Mosquella, que atuou na produção da peça do monologo Fala Zé. O patrocínio veio da Petrobras. Zé não teria cumprido diversas cláusulas contratuais, além de ter as contas rejeitadas pelo MinC.

Isso motivou uma convocação do ator por parte da CPI da Lei Rouanet. Na época, Zé chegou a dizer que só iria caso os deputados enviassem passagens de ida e volta para Paris, onde ele reside.

Dois documentos, em especial, chamaram a atenção das autoridades. Um com o final 1382 tem data de realização de novembro de 2009, mas outro com o final 1385 (que deveria vir depois desse) tem a data de outubro. Veja abaixo uma foto dos documentos, que foram divulgados nesse domingo, 10 de março, pelo site Jornal da Cidade.

O petista disse que não havia nada de errado com a peça, que havia “a mão de Silas Malafaia e dos golpistas por trás da convocação”. A solicitação do MinC coloca por terra todas essas argumentações.

 

News Reporter

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