Justiça ordena fim do “circo Lula Livre” em Curitiba e cita possibilidade de mandar o petista para um presídio comum

A decisão do desembargador Fernando Paulino da Silva Wolff Filho, publicada no final da tarde desta quinta-feira 21, revoga a liminar que garantia o circo “Lula Livre” em frente à Polícia Federal em Curitiba, com risco de R$ 500 mil de multa diária. A militância está no local deste o dia 7 de abril, data em que o corrupto e lavador de dinheiro está na prisão.

No despacho, há ainda a citação da possibilidade de transferência de Lula para uma penitenciária comum.

“Passando-se as coisas dessa forma, antes de deliberar a respeito da questão possessória discutida nos autos nos tópicos subsequentes, e novamente buscando solucionar a celeuma com parcimônia e equilíbrio, entendo razoável oficiar ao Juízo Federal responsável pela execução da pena do ex-Presidente Luis Inácio Lula da Silva, cuja pena, frise-se, recentemente foi elastecida com uma segunda condenação em primeiro grau, remetendo-lhe cópia desta decisão e da integralidade destes autos de agravo de instrumento, em especial os relatórios da PMPR, a fim de, caso aquele Juízo entenda pertinente, servirem tais documentos para a instrução dos públicos e notórios incidentes de transferência entre estabelecimentos penais cujo objetivo é a transferência do ex-Presidente Luis Inácio Lula da Silva para estabelecimentos prisionais em tese mais adequados frente às circunstâncias”, diz o magistrado.

No twitter, Gleisi esperneou e disse que vai recorrer:  “Prenderam Lula, calaram Lula e agora querem tirar o direito dele de ter solidariedade do povo e de seus companheiros. Decisão arbitrária q ataca o art 5 da constituição. Vamos recorrer ao Supremo, mas também denunciar mais esta agressão judicial a Lula”. Choramingou a petista

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News Reporter

1 thought on “Justiça ordena fim do “circo Lula Livre” em Curitiba e cita possibilidade de mandar o petista para um presídio comum

  1. Essa turma do “Bom Dia Presidente” é a filial do MST. Ninguém trabalha, e vivia as custas dos pães com mortadela, e mais
    os 20 reais que eram distribuídos pelo diretório do PT. Após a expulsão, e a ameaça da PF mandar o cachaceiro para um
    presídio comum, o grupo dos mortadelas acharam por bem levantar acampamento.

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