Com propina mensal em dinheiro vivo, Pezão não precisava de bancos

A Polícia Federal e a Receita Federal tentam encontrar parte dos recursos que teriam sido desviados pelo esquema de corrupção comandado pelo governador do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão.

Análise das quebras do sigilo bancário de Pezão, mostram que o governador realizou apenas 11 saques de suas contas oficiais ao longo de oito anos. Esses saques, aliás, se intensificaram após a prisão de Sergio Cabral.

Investigadores dizem que isso leva a crer que ele usava recursos financeiros de contas de terceiros ou que tenha muito dinheiro vivo guardado. De acordo com a PF, o nome de Pezão aparece desde o inicio da Lava Jato. No entanto, era preciso apurar melhor esses supostos pagamentos.

Os investigadores seguiram o caminho do dinheiro e concluíram que os repasses foram feitos em dinheiro vivo. As investigações mostram que Pezão embolsou pelo menos R$ 40 milhões em propina.

 

 

News Reporter

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