Defensoria Pública quer impedir comemoração militar no 31 de março

A Defensoria Pública da União pediu à Justiça para proibir as Forças Armadas de realizar qualquer comemoração no próximo dia 31 de março, data que marca a tomada do poder pelos militares em 1964.

É uma resposta à determinação de Jair Bolsonaro de que os quartéis façam as “comemorações devidas”, com leitura de uma mensagem.

Para a DPU não deve ser gasto qualquer recurso público nos atos.

“Permitir que as comemorações anunciadas pelo Poder Executivo ocorram fere, frontalmente, o direito à memória e à verdade, especialmente em sua função de prevenção. Isto é: permitir que condutas exaltem tal período negro de nossa história nacional violam nossa memória coletiva e estimulam que novos golpes e rupturas democráticas ocorram, o que atenta contra a Democracia e contra o Estado Democrático de Direito”, diz o órgão.

*Com informações do ‘O Antagonista’

News Reporter

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